Doenças
Cada página reúne o que é a doença, quais são os sintomas, como ela é transmitida, como é feito o diagnóstico e o que reduz o risco, sempre com a fonte oficial indicada.
O texto mais recente desta lista foi atualizado em 16 de outubro de 2026.
Este conteúdo é informativo e não substitui uma consulta médica, um exame físico nem a orientação individual de um profissional de saúde. Em caso de sintomas ou dúvidas, procure uma unidade de saúde. Ler o aviso médico completo
Os verbetes publicados
Dengue
Doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. A maior parte dos casos é leve, mas a forma grave pode evoluir rapidamente.
Conhecer a doença
Diabetes
Conjunto de condições em que o corpo não produz insulina suficiente ou não consegue usá-la bem, elevando a glicose no sangue.
Conhecer a doença
Hipertensão
Pressão arterial cronicamente elevada. Costuma não dar sintomas e é um dos principais fatores de risco para infarto e AVC.
Conhecer a doença
Chikungunya
Infecção viral transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. A marca é a dor nas articulações, que pode durar semanas ou meses.
Conhecer a doença
Zika
Infecção viral transmitida pelo Aedes aegypti. Costuma ser leve, mas a infecção durante a gestação pode causar malformações no bebê.
Conhecer a doença
Malária
Causada por protozoários do gênero Plasmodium e transmitida pela picada do mosquito Anopheles. Tem tratamento gratuito e cura, mas pode se agravar rápido.
Conhecer a doença
Tuberculose
Doença infecciosa causada por uma bactéria que ataca principalmente os pulmões. Tem cura, e o tratamento é gratuito no SUS.
Conhecer a doença
HIV e aids
O HIV ataca o sistema imunológico e, sem tratamento, a infecção evolui para aids. Com o tratamento gratuito, a carga viral pode ficar indetectável.
Conhecer a doença
Hepatites virais
Inflamações do fígado por vírus diferentes, transmitidos por água e alimentos ou por sangue e fluidos. Costumam ser silenciosas e podem se tornar crônicas.
Conhecer a doença
Asma
Doença inflamatória crônica das vias aéreas, com obstrução reversível do fluxo de ar. Os sintomas vão e voltam, e o controle depende de tratamento contínuo.
Conhecer a doença
DPOC
Doença pulmonar obstrutiva crônica: limitação progressiva do fluxo de ar, ligada sobretudo ao tabagismo. Tem tratamento e dá para viver melhor com ela.
Conhecer a doença
Infarto e AVC
Duas emergências cardiovasculares em que cada minuto conta. Reconhecer os sinais e chamar o SAMU no 192 imediatamente muda o desfecho.
Conhecer a doença
Faringite e amigdalite
Infecção da garganta e das amígdalas, na maioria das vezes viral. Melhora em poucos dias, e o antibiótico só tem lugar quando a causa é bacteriana.
Conhecer a doença
Gastroenterite (diarreia infecciosa)
Infecção do estômago e do intestino que causa diarreia e vômitos. Quase sempre viral e passageira, mas a desidratação é o risco real, e o tratamento começa em casa, com soro de reidratação oral.
Conhecer a doençaA enciclopédia por grupo
Os verbetes desta lista estão divididos pelo que a doença faz com o corpo, não por órgão: a infecção vem de um agente externo, a condição crônica permanece e exige acompanhamento.
Doenças infecciosas 9 doenças
O que é uma doença infecciosa
É a doença causada por um agente que entra no corpo de fora: vírus, bactéria, parasita ou fungo. Duas perguntas organizam quase tudo que se precisa saber sobre ela, e os verbetes deste grupo respondem às duas: como o agente entra, e o que quebra esse caminho.
O modo de entrada muda o que se faz. Dengue, zika e chikungunya entram pela picada de um mosquito, por isso a base da prevenção está no criadouro e na pele; a chikungunya já tem vacina registrada no Brasil, aplicada hoje em municípios selecionados, o que não tirou do controle do mosquito o seu lugar principal. A tuberculose entra pelo ar, e por isso o que corta a transmissão é o diagnóstico rápido seguido do tratamento até o fim. HIV e hepatites entram por sangue, relação sexual sem proteção e da gestante para o bebê, e têm medidas com prazo marcado. A malária segue o mosquito, mas com geografia: circula em área de mata e de rio, não no asfalto da capital.
O que estes verbetes têm em comum é o tempo. Uma infecção pode passar de quadro leve a quadro grave em horas, e a linha que separa os dois costuma ser visível: no caso da dengue, ela aparece quando a febre começa a ceder, e não quando ela está no ponto mais alto.
Quase todas as doenças deste grupo têm tratamento oferecido gratuitamente pelo sistema público brasileiro, e algumas têm cura declarada, como a tuberculose e a hepatite C. O texto de cada verbete diz qual é o tratamento e onde ele é entregue.
Doenças crônicas 5 doenças
O que é uma doença crônica
É a condição que permanece. Não se pega e não se passa adiante: a hipertensão, o diabetes, a asma e a DPOC acompanham a pessoa por anos, e o que decide o desfecho não é um episódio, é a continuidade do cuidado.
Por isso o capítulo mais útil de um verbete crônico raramente é o dos sintomas. Hipertensão é o exemplo extremo: ela costuma não dar sinal nenhum até a complicação, e é justamente por isso que a medição periódica tem mais valor do que a descrição de uma crise que quase ninguém sente. No diabetes, o dado que importa é a glicose média ao longo das semanas, não a leitura de um dia.
A segunda diferença está no que se monitora. Em uma infecção, o fim do tratamento encerra o caso; em uma condição crônica, o acompanhamento é o tratamento. Exames repetidos, dose ajustada, medicação tomada mesmo sem sintoma: é essa rotina que segura a complicação no olho, no rim, no pé, no coração e no cérebro, onde estas doenças terminam quando não controladas.
O que reduz o risco é conhecido e está escrito nos verbetes deste grupo: menos sal e menos ultraprocessado, movimento regular, peso controlado, nada de fumo, e o tratamento do que já foi diagnosticado. Nada disso substitui a medicação indicada por quem acompanha o caso.
Como cada página desta lista é escrita
Os verbetes seguem sempre a mesma ordem de blocos: o que é a doença, como ela se transmite, quais são os sintomas, quando procurar atendimento, como é feito o diagnóstico, o que pode ser confundido com ela, como se trata e como se previne. A regularidade tem um motivo prático: a forma de ler que você aprende no primeiro verbete serve para todos os outros.
Nem todo bloco aparece em toda página. A dengue tem um capítulo inteiro sobre transmissão, porque o mosquito é o centro da história; a hipertensão trata de valores de referência e de acompanhamento continuado, e responde à pergunta «hipertensão é contagiosa?» apenas para encerrá-la. Um verbete não tem capítulo que a doença não pede.
Os títulos são escritos como perguntas porque é assim que a dúvida chega. Ninguém abre uma página pesquisando «fisiopatologia»; abre pesquisando «quais são os sintomas», «como é feito o diagnóstico», «tem cura». O sumário no alto da página existe pela mesma razão: permite saber, sem rolar, se aquele verbete trata do que você procura.
Cada página traz ainda as perguntas frequentes que mais chegam sobre aquele assunto, as fontes oficiais que sustentaram o texto e a data da última alteração. O estado editorial aparece junto de quem escreveu: todo texto passa pelo grupo de revisão do projeto antes de publicar, e quando um revisor assina pelo nome, esse nome aparece na página.
Por onde começar a ler
Se você já tem um nome, use a busca: ela procura pelo título, pelo resumo e pelos sinônimos que as pessoas usam na conversa de todo dia, como «dor de garganta», «diarreia» ou «derrame», sempre na língua da página em que você está.
Se o que você tem é um lugar do corpo que incomoda, comece pelo mapa das regiões do corpo, que agrupa os verbetes pela parte atingida, do cérebro às articulações. Uma doença que aparece em mais de um lugar está listada em cada um deles.
Se o que você tem é uma situação, e não uma doença, os temas reúnem a leitura pelo ângulo: prevenção, doenças infecciosas, doenças crônicas, saúde infantil.
- Primeira vez no assunto: leia «o que é» e «sintomas» e deixe o resto para depois. O capítulo de tratamento só faz sentido com uma orientação profissional em mãos.
- Já tem o diagnóstico: vá direto a «como se trata» e «complicações», e depois procure o artigo que trata da rotina daquela condição.
- É prevenção, não doença: comece pelos artigos, que são escritos para caber na rotina de quem está bem.
Sinais que não esperam o fim da leitura
Há quadros em que a página deve ficar aberta na mesa e a ligação ser feita antes. Os verbetes abaixo descrevem cada um desses sinais com suas fontes; a lista serve para reconhecer que é hora de procurar atendimento, não para decidir qual doença você tem.
- Fraqueza ou dormência de um lado do corpo, boca torta, fala embolada ou perda súbita de visão: infarto e AVC. O tempo muda o tratamento, e o SAMU atende no 192.
- Aperto ou dor no peito que sobe para o pescoço, a mandíbula, as costas ou o braço: a mesma página, e o artigo quais são os sinais do infarto.
- Febre que começa a ceder seguida de dor abdominal intensa, vômitos persistentes, sangramento, tontura ou urina muito menor: dengue, fase crítica.
- Chiado no peito com dificuldade para falar frases completas, lábios azulados ou nenhuma resposta ao medicamento de alívio: asma.
- Diarreia com boca seca, olhos fundos, criança que chora sem lágrimas ou sonolência excessiva: gastroenterite.
- Tosse por três semanas ou mais, sobretudo com febre no fim da tarde, suor noturno e emagrecimento: tuberculose. O exame é oferecido pelo sistema público.
- Situação de risco de exposição ao HIV: a profilaxia pós-exposição precisa começar em até 72 horas, contadas no artigo o que fazer nas primeiras 72 horas.
Doença de um episódio e doença de todo dia
Boa parte dos verbetes desta lista descreve um episódio: a pessoa adoece, procura atendimento, é tratada e melhora. Nesses, o que a página precisa entregar é o reconhecimento do quadro e a hora de ir ao serviço de saúde. A dengue, a malária e a gastroenterite pertencem a esse grupo, e é por isso que suas páginas abrem com fases e sinais.
Outros descrevem uma condição que acompanha a vida: diabetes, hipertensão, asma e DPOC. Nesses, o texto mais útil não é o da crise, e sim o do controle: quais exames se repetem e com que intervalo, o que o medicamento faz todos os dias mesmo sem sintoma nenhum, e por que interromper o tratamento é o que costuma levar à complicação.
A distinção não é cosmética. Em um episódio, atrasar faz mal; em uma condição crônica, é a descontinuidade que faz mal. As duas categorias desta lista, doenças infecciosas e doenças crônicas, organizam a leitura exatamente por esse eixo.
Como esta lista cresce
Uma enciclopédia de saúde não é um texto corrido: ela avança por entrada. Cada verbete publicado soma-se à lista com suas fontes, suas datas e seu estado editorial, e os capítulos que faltam em uma doença não são escritos em outra página para compensar.
A ordem dos cartões acima é a ordem editorial da enciclopédia, e não uma hierarquia de gravidade: doença nenhuma aqui está posicionada por ser mais ou menos séria. Para encontrar um nome específico, a busca chega antes que a rolagem da lista.
O que ainda falta tem endereço. As regiões do mapa marcadas como em construção dizem quais partes do corpo ainda esperam verbetes próprios, e a página de contato reúne os recados sobre que assunto deveria ser escrito em seguida.
Todas as doenças, em ordem alfabética
- Asma Doença inflamatória crônica das vias aéreas, com obstrução reversível do fluxo de ar. Os sintomas vão e voltam, e o controle depende de tratamento contínuo.
- Chikungunya Infecção viral transmitida pelos mosquitos Aedes aegypti e Aedes albopictus. A marca é a dor nas articulações, que pode durar semanas ou meses.
- Dengue Doença viral transmitida pela picada do mosquito Aedes aegypti. A maior parte dos casos é leve, mas a forma grave pode evoluir rapidamente.
- Diabetes Conjunto de condições em que o corpo não produz insulina suficiente ou não consegue usá-la bem, elevando a glicose no sangue.
- DPOC Doença pulmonar obstrutiva crônica: limitação progressiva do fluxo de ar, ligada sobretudo ao tabagismo. Tem tratamento e dá para viver melhor com ela.
- Faringite e amigdalite Infecção da garganta e das amígdalas, na maioria das vezes viral. Melhora em poucos dias, e o antibiótico só tem lugar quando a causa é bacteriana.
- Gastroenterite (diarreia infecciosa) Infecção do estômago e do intestino que causa diarreia e vômitos. Quase sempre viral e passageira, mas a desidratação é o risco real, e o tratamento começa em casa, com soro de reidratação oral.
- Hepatites virais Inflamações do fígado por vírus diferentes, transmitidos por água e alimentos ou por sangue e fluidos. Costumam ser silenciosas e podem se tornar crônicas.
- Hipertensão Pressão arterial cronicamente elevada. Costuma não dar sintomas e é um dos principais fatores de risco para infarto e AVC.
- HIV e aids O HIV ataca o sistema imunológico e, sem tratamento, a infecção evolui para aids. Com o tratamento gratuito, a carga viral pode ficar indetectável.
- Infarto e AVC Duas emergências cardiovasculares em que cada minuto conta. Reconhecer os sinais e chamar o SAMU no 192 imediatamente muda o desfecho.
- Malária Causada por protozoários do gênero Plasmodium e transmitida pela picada do mosquito Anopheles. Tem tratamento gratuito e cura, mas pode se agravar rápido.
- Tuberculose Doença infecciosa causada por uma bactéria que ataca principalmente os pulmões. Tem cura, e o tratamento é gratuito no SUS.
- Zika Infecção viral transmitida pelo Aedes aegypti. Costuma ser leve, mas a infecção durante a gestação pode causar malformações no bebê.